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Amigos leitores, infelizmente chegaram ao fim
nossas matérias comparativas entre modelos iguais de marcas diferentes. Isto
ocorreu, pois, reeditamos nas primeiras dez páginas desta seção o conteúdo da
extinta Revista Mini
Models, brilhantemente publicado pelo nosso estimado Ricardo Caruso. Como
já dissemos na página 1, esta foi à forma de homenagear
seu esforço em publicar a primeira revista nacional voltada ao Die-cast
Hobby. Com o fim do nosso estoque de Revistas Mini Models, e conseqüentemente
das matérias, acaba também, a participação
do nosso colega ao qual rendemos nossas sinceras homenagens pelo seu esforço
impar!
A pesar disto, a Coluna
Mr. Matchbox será mantida no ar com este nome, pois, cremos que
é a maneira mais justa de se relembrar o belo trabalho que foi realizado
por Caruso ao editar a Mini Models.
Em nome de todos os colecionadores brasileiros
de modelos die-cast agradecemos ao colega e toda sua equipe de edição.
Muito obrigado!
Bem, dito isto, para manter esta Seção
no ar contaremos daqui em diante com a colaboração do nosso
consultor Luciano Werner.
Seu trabalho será diferente do anteriormente
apresentado. Ele buscará analisar tecnicamente modelos die-cast
checando e comentando os detalhes melhores e piores da fabricação
das miniaturas em questão. Ao nosso ver, esta será uma pesquisa
importante e valorosa para nossos leitores, pois, permitirá, dentre
muitas coisas, escolha mais satisfatória na hora da aquisição
de um modelo. Esta apresentação exibirá sempre dois
modelos da Col. Werner por página.
Este material, que doravante será exibido
aqui, poderá ser encontrado em mais detalhes na página eletrônica
do nosso consultor. Para tal, basta que o leitor amigo clique em qualquer
uma das fotos abaixo, que inclusive trazem o endereço do site do
Luciano, a Mini
Werner.
Sendo assim, nós do
DCC
Team temos a alegria de passar esta coluna para o nosso
colega Luciano!
Do Editor
Porsche 911 GT1 (nº 26
da Equipe Mobil)
Porsche
911 GT1 equipe Mobil nº 26 pilotado por K. Wendlinger, S. Goodyear
e Y. Dalmas (3° colocado na prova 24 Horas de Le Mans de 1996), da
UT. A pintura deste carro é muito bem feita, e chama a atenção
pelos detalhes. Os pneus são marcados (marca Michelin) e pode-se
ver o disco de freio através dos raios da roda*.

Os faróis são lentes de plástico, assim como as
luzes traseiras. Ambas as portas se abrem (porém são meio difíceis de abrir), e
para se retirar o capô traseiro deve-se soltar dois pequenos parafusos embaixo
dos piscas traseiros, tendo-se então acesso ao motor. O motor não é muito bem
detalhado, e tenho a impressão de que está menor do que deveria ser. A cor é
realista (sem o exagero de cromados que muitas vezes se vê), porém não há cabos
individualizados e os escapes também não são individualizados.

O
painel é relativamente bem feito, principalmente a parte de LCD
que convence. Fora isso o interior é espartano (até demais),
e os cintos de segurança são apenas pintados nos bancos.
As rodas esterçam bem pouco quando se gira o volante.
(*) Para ver este e outros detalhes,
checar a matéria completa na Mini Werner clicando
em uma das fotos aqui expostas.
Mercedes-Benz CLK-GTR (nº10
da Warsteiner)
Mercedes-Benz CLK-GTR nº10 pilotada por A. Nanini e M. Tiemann, da Maisto. Este
carro participou do campeonato FIA GT de 1997, obtendo vários resultados
expressivos e inclusive a vitória nos 1000 em de Suzuka, no Japão,
sagrando a Mercedes como campeã por equipes naquele ano. A Maisto
caprichou, com pintura muito bem feita e realista. Os faróis são
lentes de plástico assim como as luzes da traseira, porém
a saída do escape é apenas escavada, e não totalmente
oco. Os pneus são marcados (marca Bridgeston) e pode-se ver o disco
de freio através dos raios da roda*.

Ambas as portas se abrem para cima (estilo
“gaivota”). O painel é bem feito, cheio de botões coloridos. Porém, há um certo
excesso de cromados em câmbio e outras alavancas que não deveriam ser assim. Os
cintos de segurança duas fitas de plástico vermelho, mas convencem bem. As rodas esterçam pouco quando se
gira o volante (será que no modelo real é assim também?).

Para se retirar o capô traseiro deve-se
desencaixá-lo de dois pinos perto dos escapes. O motor é muito bem detalhado,
mas há um certo exagero nos cromados. Os cabos das velas são individualizados e
os escapes também, porém são cromados, o que não ocorre no modelo real. Também
não gostei deste cabo laranja que desce a esquerda do motor e se une com a
suspensão traseira. Já a suspensão e o sistema de fixação das rodas parece ser
bem realista.
(*) Para ver este e outros detalhes,
checar a matéria completa na Mini Werner
clicando em uma das fotos aqui expostas. |