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Ferrari F50 conversível
Ferrari
F50 conversível de 1995, da Maisto. Externamente a miniatura é
muito bem detalhada, e o esmero nos detalhes do interior é digno
de nota. Os pneus não são marcados (apenas em auto relevo,
mas não são pintados) e pode-se ver o disco de freio através
dos raios da roda. Tanto a frente como a traseira do carro são bem
convincentes, com o escape escavado (não é totalmente oco)
e lentes plásticas para os faróis e lanternas*.

Ambas as portas se abrem, e os capôs dianteiro e
traseiro também. Aqui está o pior defeito (e na minha opinião indesculpável)
da miniatura: como pode-se ver, as partes internas do capô, motor
e porta-malas não são totalmente pintadas.
Já
o interior recebeu mais cuidados. Os cintos de segurança são
destacados (com a fivela) e o câmbio é bem feito. O painel
poderia ser melhor, mas pelo menos na parte do motorista foi bem detalhado.
As portas apresentam as manivelas do vidro, e são cromadas.

O motor é muito bem feito, com escapes e fios das
velas individualizados. Mas a falta de pintura sobre as rodas é deplorável,
estragando o carro. A suspensão traseira é bem feita e móvel.
No porta-malas dianteiro a situação da pintura é a
mesma, mas o interior é relativamente bem feito. Há até
uma bolsa (Luis Vitton?) guardada. Se não fosse pela pintura deplorável
debaixo dos capôs, esta miniatura teria muito mais valor.
(*) Para ver este e outros detalhes,
checar a matéria completa na Mini Werner
clicando em uma das fotos aqui expostas.
Bugatti EB 110
Bugatti
EB 110 da Anson. De cara nota-se que a pintura não é muito
brilhante, diferente das cores vivas e ricas dos modelos da Maisto ou Ut.
Os pneus são pouco convincentes, e nenhuma das rodas são amortecidas.
Os faróis são feitos de plástico, porém são
mal feitos e lembram peças de Lego. Um detalhe interessante
é o aerofólio traseiro, que salta para fora quando se comprime
a placa*.

Ambas as portas se abrem, e os capôs dianteiro e
traseiro também. O capô traseiro não fica aberto sozinho, e para estas fotos
tive de improvisar uma haste para segurá-lo aberto.
Como o esperado, o motor não é muito bem feito, porém os
escapes são individualizados mas não se vê outros tubos/dutos
ou fios. Também se abusou nos cromados, e a bateria é uma
peça patética de plástico que faz parte do
“assoalho”
do motor. O porta-malas dianteiro também é feio, e basicamente
é composto por um assoalho de plástico com alguns
“volumes”
apontando para fora. Aqui pode-se ver os horríveis faróis.

O painel do motorista é mais bem caprichado, com
relógios e velocímetro quase realistas. Bancos e assoalho são do mesmo plástico
de cor suja (e horroroso) do porta-malas. Para quem estiver começando no hobby
de colecionar die-casts, é um carro quase
decente.
(*) Para ver este e outros detalhes,
checar a matéria completa na Mini Werner
clicando em uma das fotos aqui expostas. |