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Linha de personalizações
de Antonio Bittencourt (parte II), carros policiais
A. Soares & S.
L. dos Santos
Minha gente, mais uma vez temos o prazer de
apresentar o trabalho do nosso companheiro e metal-modelista Luiz Antonio Cesar Bittencourt. Nesta sua segunda apresentação,
ele nos brinda com mais alguns modelos de carros policiais. Assim temos
em exibição abaixo:
- Na 1ª linha. Uma perua VW
Kombi`76 viatura da Polícia Civil do Estado de São Paulo
durante a década de 70. Miniatura da marca Kinsmart na escala 1/32;
- Na 2ª linha dois modelos
da Polícia Alemã. A esquerda um BMW Izetta`60, da marca Kinsmart,
em 1/38 e a direita um Mercedes-Benz Classe M`00, também da Welly,
em 1/32;
- Na 3ª linha dois modelos
da Polícia Norte-americana. A esquerda um Chrysler PT Cruizer`00,
da Polícia de Rolling Meadows da marca Kinsmart, em 1/34 e a direita
um VW New Beetle`00, da Polícia de Corcoran, da marca Welly, em
1/35;
- Na 4ª linha, a esquerda,
um modelo da Polícia de Luxemburgo o Golf IV`00, da Welly, em 1/32
e outro, a direita, da Polícia Austríaca o VW New Beetle`00,
da del Prado, em 1/43;
- Por fim, na 5ª linha, temos
um modelo da Polícia Suíça um Opel Omega`99, da marca
Welly, na escala 1/43.




Viaturas policiais, súmula das modificações
L. A. C. Bittencourt
Minha coleção de miniaturas die-cast apresenta várias categorias,
mas a que prende mais a minha atenção é a das viaturas
policiais. Ela se subdivide em duas categorias: as “de fábrica”
(já pintadas e decoradas por alguma fabricante especializada) e
as “manufaturadas” (ou customizadas, como preferem alguns). No Brasil é
uma categoria muito difícil de ser colecionada, pois a importação
dos modelos “de fábrica” é feita em quantidade muito pequena
(quase insignificante) e os modelos “manufaturados” dependem de se encontrar
a miniatura do carro utilizado pelas unidades policiais brasileiras (muito
difíceis de serem encontrados), bem como de se conseguir os
logotipos, também uma missão quase impossível.
Nesta minha
segunda exposição, apresento viaturas que fiz a partir de
modelos adquiridos até em feira livre, e que representam corporações
policiais dos Estados Unidos, Europa e Brasil.
O processo
de personalização destes modelos tem como primeira etapa
à escolha do veículo a ser reproduzido, que como vocês
já sabem, no meu caso, é uma viatura policial nacional ou
estrangeira. Depois começa a busca de uma miniatura que permita
esse trabalho. Essa é parte mais difícil, principalmente
em se tratando de viaturas das policias brasileiras, pois, como já
dei uma idéia acima, são poucas miniaturas de carros utilizados
pelas organizações policiais. Aliás, é bom
repetir, problema que esbarra sempre na limitada oferta de modelos die-cast no Brasil dos carros que foram usados como viaturas policiais.
Uma vez
escolhido o veículo e encontrada a miniatura, parte-se para o trabalho. Na primeira
etapa deve-se desmanchar inteiramente a miniatura, separando-se as peças
de plástico, borracha, metal, arruelas e parafusos, acondicionando-se
todas elas em uma caixa para não haver extravio.
A seguir,
começa o processo de remoção da tinta. Usando-se “Thinner”,
ou outro produto similar, retira-se totalmente a pintura original. A depois
se aplica um fundo-base (eu gosto do ColorGin branco fosco para uso em
isopor, que não ataca peças de plástico). Por sobre
dessa base, aplica-se o desenho da versão a ser pintada, aguardando-se
24/48 horas para a estabilizarão da base. Na pintura é utilizanda
tinta esmalte de boa qualidade, podendo-se usar pincel ou aerógrafo,
dependendo da experiência de cada um.
Como sempre
a parte mais elaborada e interessante são os giroflex que instalo
nos modelos. Muitos espectadores ficam curiosos a respeito da maneira de
como são feitos. Para construí-los existem dois modos:
1- Para os modelos de luzes múltiplas.
Estes modelos são feitos usando-se um giroflex aproveitado o existente
em um modelo de carro de polícia americano para produzir um molde
feito com “alginato” (material usado por dentistas para obtenção
de moldes para dentaduras). Esse molde pode ser usado por uns dois dias,
dependendo da temperatura ambiente, e durante esse período d para
reproduzir várias peças (o ideal é o iniciante procurar
um dentista ou protético e aprender a preparar o material). O giroflex
será feito usando-se resina acrílica transparente, também
utilizada por dentistas/protéticos. Seca a peça, ela é
retirada do molde e depois pintada utilizando-se verniz vitral, nas cores
adequadas.
2- Para os giroflex planos ou em
forma de caixa utiliza-se, como matéria prima, réguas de
acrílico transparente, compradas em qualquer papelaria. A régua
é cortada e os pedaços (lâminas) que serão ajustados
nos tamanhos, mais ou menos, certos. Depois de obtida as dimensões
das às lâminas elas são coladas, e se necessário
for, e uma retificação fina para corrigir os detalhes que
estejam ultrapassando o tamanho desejado. Acertado o tamanho, é
só pintar, usando-se o verniz vitral.
Esta é aparte do trabalho
que exige mais atenção, cuidado e paciência. Uma consulta
a alguém que já tenha experiência é de grande
valia, também. No meu site, cujo endereço consta na
Seção
de Links, há um e-mail que pode ser
usado para alguma pergunta. Um grande abraço.
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