Revista de conteúdo perene, voltada para os colecionadores de miniaturas de metal.

Patrocínio:

Clique para acessar o site da Automodelli

 

Apoio Cultural:

Clique para acessar o site da ACOMDERJ

Folhetim DCC Junior 10

 

A história dos carrinhos de ferro

(Sobre o Die-cast Hobby)

 

A. Soares

 

     
  - Bembem vamos lálá a nossa histótória! - Nããããoooo! Pode parar!  
  - O quê fofoi Zazaé! - Diego caro colega, não me leve a mal! Mas esse é o trabalho do Sphinx. E além do mais, acho que falta um pouco de agilidade no seu discurso!  
 

- Estátá bombom Zaé! Acho que vovocê tem rarazão!

- Sphinx por fafavor, assume dadaíii, ok!

 

- Ai! Meu pai do céu! E eu pensando que ia ser moleza! Qual o jeito! Vamos lá amiguinhos!

- Bem o surgimento, dos carrinhos de ferro, foi mais ou menos no início do século 20. Naqueles tempos os carrinhos eram muito mal feitos carecendo de técnica na sua elaboração. Eles não tinham escala definida e nem erram feitos de ZAMAC. Eram utilizados diversos tipos de materiais na sua fabricação. Modelos em latão e madeira eram comuns.

 
  - Escala! O quê é escala? - Zaé. Escala é a razão de dimensionamento em que uma miniatura se encontra. Ou em português para tatu entender, é o tamanho em que foi reduzido o modelo. Ou melhor ainda! É o indicador de quantas vezes o fabricante encolheu o carro original para fazer o “carrinho de ferro”, ok!  
  - Huum. Está bem! Continue, por favor! - Bem lá pelos anos vinte, depois da 1ª Guerra Mundial, a industria siderúrgica melhorou bastante e com o passar do tempo, surgiram os primeiros carrinhos feitos em ZAMAC, porém ainda haviam partes dos modelos confecciondas em madeira. O caminhão de bombeiros da Londontoy, que vemos no quadrinho abaixo, é um representante desse período. Notem as rodas de madeira!  
 

- Durante a década de trinta, os fabricantes começaram a produzir modelos mais detalhados. Assim, algumas rodas começaram a serem feitas em latão ou zinco e os pneus em borracha. Nos modelos abaixo, podemos ver exemplos de miniaturas desta época:

1º Caminhonete de leite da Tootsietoys, anos 30;

2º Caminhão Savoye da Pewtertoy, anos 30;

3º Caminhonete da Hubley, anos 30;

4º Caminhão tanque da Hubley, anos 40.

 
 

 
 

 
  - Popoxa que lelegal! Tem mais Ssphinxx? - Tem sim, Diego. Vamos fechar esta página mostrando a evolução de detalhes que ocorreu nas décadas de 30, 40 e 50. E vamos fazer isto usando como exemplo carros de fórmula 1. Em primeiro, temos um modelo da Hubley dos anos 30. Em seguida, outro desta mesma marca, dos anos 40 e por último, um da Dinky Toys dos anos 50. Reparem bem nos detalhes dos pneus e do piloto, que começam rusticamente e vão melhorando.  
 

 
 

- Bem amiguinhos! Esta página está concluída.

- Viu, Zaé. Foi do jeito que você gosta? Tivemos uma fartura de figurinhas com carrinhos! E olha, carrinhos bem raros!

- Mas, vamos passar a outra página e continuar a história.

 
     

Continua... 

 

 Atenção! Use as setas a DIREITA para navegar dentro DESTA estória: página a página.

 

Editada desde: 08/05/2002

 

 Este Magazine é dedicado a Lesley e Rodney Smith. Amigos, que em parceria, alimentaram os grandes sonhos das pequenas crianças com suas miniaturas.

“A força de um ideal justo, supera todas as dificuldades. Que Deus esteja conosco.”

 

 

Equipe de Edição:

Editor: Alexandre Soares     Redator: Sergio Luis dos Santos     Webmaster: Leonardo Dueñas

Assessor de impressa: Fernando Brites     Consultor 1/18: Luciano Werner    Consultor 1/43: Rodrigo Slaviero Peixoto

Consultor modelismo/die-cast: Dionísio Cavalcante     Consultor Automobilismo: José Rodrigo Otávio

Fotógrafos: Felipe Canuto Miranda,     José Rodrigo Otávio,     Sergio Luis dos Santos     e     Leonardo Dueñas

Membros Honorários: Luiz Antônio C. Bittencourt e Marco Antônio Píffero Steibel

Copyright 2011.     Die-Cast Cult Virtual Magazine, site sem fins lucrativos. Todo o conteúdo aqui apresentado é de domínio da DCCvm ou da vinculação autorizada tendo a maioria dos artigos sido publicada pela Revista Hobby News onde os autores se reservam o direito.